Economia

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Perícia forense indica que Ricardo Salgado está incapaz de compreender pena de prisão

Ricardo Salgado, ex-presidente do Banco Espírito Santo (BES), foi submetido a uma perícia forense que concluiu estar incapaz de compreender uma pena de prisão. O arguido encontra-se condenado a duas penas distintas de prisão, cujo cúmulo jurídico está agendado para o dia 26 de maio. A situação clínica do ex-banqueiro levanta questões jurídicas complexas quanto à execução das sentenças.

• Ricardo Salgado foi condenado a duas penas de prisão: uma de seis anos e três meses e outra de oito anos. O cúmulo jurídico destas penas será determinado pelo tribunal a 26 de maio.

Correio da Manhã·há 13 dias
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Verão no aeroporto de Lisboa? “A TAP está preocupada”

Carlos Oliveira, presidente do conselho de administração da TAP Air Portugal, concedeu a sua primeira entrevista ao jornal Expresso desde que assumiu o cargo. Na entrevista, o responsável abordou os principais desafios que a companhia aérea enfrenta, com particular atenção à época de verão no aeroporto de Lisboa. A TAP demonstra preocupação com a gestão operacional e o futuro da transportadora nacional.

Expresso· há 13 dias
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Presidente da TAP pede ajuda para caos no aeroporto

Carlos Oliveira, presidente do conselho de administração da TAP Air Portugal, concedeu a sua primeira entrevista desde que assumiu o cargo. Nela, abordou os principais desafios que a companhia aérea nacional enfrenta, incluindo a situação caótica no aeroporto. O gestor apelou ainda a apoios externos para resolver os problemas que afectam a transportadora.

Expresso· há 13 dias
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Grandes fundos do BES sofrem nova derrota judicial em Portugal: ainda podem recorrer?

O Supremo Tribunal de Justiça em Portugal rejeitou as pretensões de grandes fundos de investimento relativamente a obrigações que foram transferidas do Novo Banco para o BES. Esta decisão representa mais uma derrota judicial para estes fundos, que contestavam as medidas aplicadas pelo Banco de Portugal. O caso insere-se no complexo processo de resolução do Banco Espírito Santo, iniciado em 2014.

Expresso· há 13 dias
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Taxa Euribor sobe a três e 12 meses e desce a seis meses

As taxas Euribor registaram movimentos distintos consoante os prazos, com subidas a três e 12 meses e uma descida a seis meses. Este comportamento tem impacto direto nos créditos à habitação em Portugal, que estão maioritariamente indexados a estas taxas de referência. Os dados mais recentes do Banco de Portugal ajudam a compreender a exposição das famílias portuguesas a estas variações.

Correio da Manhã· há 13 dias
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Comissão revê em baixa crescimento das economias da zona euro e UE em 2026

A Comissão Europeia procedeu a uma revisão em baixa das previsões de crescimento económico para os países da zona euro e da União Europeia em 2026. Esta atualização foi divulgada pela Direção-geral dos Assuntos Económicos e Financeiros, organismo responsável pela monitorização das economias europeias. O contexto económico global e as incertezas persistentes continuam a pesar sobre as estimativas de crescimento do bloco europeu.

Correio da Manhã· há 13 dias
“Perspectivas alteraram-se substancialmente”: economia abranda com a guerra no Irão e Portugal não escapa ao déficeImagem ilustrativa
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“Perspectivas alteraram-se substancialmente”: economia abranda com a guerra no Irão e Portugal não escapa ao défice

A Comissão Europeia procedeu a uma revisão em baixa das suas previsões de crescimento económico para a União Europeia, a zona euro e Portugal. Este ajuste surge num contexto de forte instabilidade geopolítica, nomeadamente devido ao conflito no Irão, que tem pressionado os preços da energia. Portugal, apesar de não escapar ao abrandamento geral, demonstra uma resiliência superior à da maioria dos seus parceiros europeus.

Público· há 13 dias
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Prejuízos da Easyjet aumentaram 27%

A companhia aérea britânica Easyjet registou um aumento significativo dos seus prejuízos no primeiro semestre do ano corrente. O conflito no Médio Oriente teve um impacto direto nas operações da empresa, agravando os custos operacionais. Os resultados financeiros revelam uma situação preocupante para a transportadora de baixo custo.

Observador· há 13 dias
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Bruxelas projeta início de período de défices para Portugal

A Comissão Europeia actualizou as suas projeções macroeconómicas para Portugal, mantendo a perspectiva de défices orçamentais no horizonte temporal em análise. O documento revisto aponta para um início desse período deficitário já no corrente ano, sinalizando uma mudança face à trajectória de consolidação orçamental recente. Paralelamente, o executivo comunitário procedeu a uma revisão em baixa da estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto português.

Observador· há 13 dias
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Bruxelas revê em baixa crescimento económico português para 2026 e alerta para efeito da crise energética no turismo

A Comissão Europeia divulgou novas previsões económicas para Portugal que se revelam menos optimistas do que as avançadas pelo Governo português. O documento aponta para um crescimento do PIB de 1,7% em 2025, prevendo ainda um ligeiro défice orçamental de 0,1% para o mesmo ano.

Expresso· há 13 dias
Prejuízos da Easyjet aumentaram 27% para 435,6 milhões de eurosImagem ilustrativa
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Prejuízos da Easyjet aumentaram 27% para 435,6 milhões de euros

A companhia aérea britânica EasyJet registou um aumento significativo nos seus prejuízos durante o primeiro semestre do ano fiscal. Os resultados financeiros foram fortemente impactados pela instabilidade geopolítica no Médio Oriente. O agravamento das perdas representa um crescimento de 27% face ao período homólogo anterior.

RTP Notícias· há 13 dias
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Associação AFIA faz 60 anos de olhos postos no futuro: “Temos de produzir, a Europa não pode ter apenas fábricas para montar automóveis”

A AFIA - Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel celebra 60 anos de existência num momento de grande turbulência para o setor automóvel europeu. O presidente José Couto alerta para os desafios que a indústria enfrenta, defendendo uma revisão profunda da política industrial da Europa. A dependência dos mercados espanhol e alemão torna Portugal particularmente vulnerável às crises que afetam esses países.

Expresso· há 13 dias
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