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Política

Montenegro nega "fetiche" do Governo com leis laborais

Observador26 de maio de 2026 Ver notícia original

Resumo por IA

O primeiro-ministro Montenegro discursou em Braga, defendendo as medidas da reforma laboral do Governo. Rejeitou as críticas de que existe um "fetiche" governamental com as leis do trabalho, sublinhando a importância das mudanças para o setor industrial.

Montenegro argumentou que o banco de horas é uma ferramenta essencial para a competitividade da indústria portuguesa. A medida permitiria maior flexibilidade na gestão do tempo de trabalho pelas empresas.

O primeiro-ministro defendeu também o fim da proibição do outsourcing como parte central da reforma laboral. Esta alteração visa, segundo o governante, modernizar o mercado de trabalho nacional.

O chefe do Governo rejeitou a ideia de que as mudanças laborais representam uma obsessão política do executivo. Afirmou que as reformas respondem a necessidades concretas e estruturais da economia portuguesa.

Resumo gerado automaticamente por inteligência artificial e pode conter imprecisões. Consulte sempre o artigo original para informação completa e verificada. Saiba mais na nossa política editorial.