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Cultura

Quanto rende este sofrimento, se faz favor?

Público25 de maio de 2026 Ver notícia original

Resumo por IA

Nesta crónica de Cláudia Lucas Chéu, é explorada a tendência humana de atribuir significado ao sofrimento como forma de o suportar. A autora questiona de forma irónica a ideia de que a dor serve necessariamente um propósito útil ou transformador.

O sofrimento é frequentemente encarado como algo que deve «render» algo de positivo, numa lógica quase comercial.

A crónica sugere que esta visão utilitária da dor pode ser, na verdade, um mecanismo de defesa psicológica.

A autora aponta que fingir que o sofrimento serviu para algo é uma forma de o tornar suportável perante a inevitabilidade da experiência humana.

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