Xi afina a orquestra: “A China quer ser uma potência global, mas sem conflito”

Resumo por IA
A China reforça o seu papel de mediadora e potência global ao receber Trump e Putin em Pequim com poucos dias de diferença. Esta coreografia diplomática revela a estratégia de Pequim para se posicionar no centro da nova ordem internacional.
•Xi Jinping utiliza a diplomacia de alto nível para afirmar a influência chinesa sem recorrer ao confronto direto com outras potências mundiais.
•A investigadora Cátia Miriam Costa analisa o simbolismo das visitas consecutivas de Trump e Putin como uma demonstração do poder de atração de Pequim.
•A China ambiciona liderar a ordem internacional emergente, posicionando-se como parceira indispensável tanto do Ocidente como da Rússia.
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