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Sociedade

Pulseiras eletrónicas por violência doméstica aumentam 222%

Observador22 de maio de 2026 Ver notícia original

Resumo por IA

O uso de pulseiras eletrónicas no âmbito da violência doméstica registou um aumento expressivo de 222% em Portugal. Este crescimento reflete uma maior aplicação de medidas de coação tecnológicas para proteger as vítimas deste crime. A tendência evidencia uma aposta crescente do sistema judicial português neste tipo de vigilância eletrónica.

O crime de violência doméstica é responsável por 60% do total de pulseiras eletrónicas ativas no país. Este dado sublinha a dimensão do problema e a relevância desta ferramenta de proteção.

O distrito do Porto lidera o número de pulseiras eletrónicas associadas a este crime, com um total de 346 casos registados. Este valor coloca o Porto como a região com maior incidência desta medida de coação.

Lisboa surge em segundo lugar, com 281 pulseiras eletrónicas relacionadas com violência doméstica. A concentração nos dois maiores centros urbanos do país reflete a densidade populacional e a prevalência do crime nestas regiões.

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