Número de pulseiras electrónicas no âmbito de violência doméstica aumentou 222% em dez anos

Resumo por IA
O número de pulseiras electrónicas aplicadas no âmbito de casos de violência doméstica em Portugal registou um crescimento expressivo ao longo da última década. Este aumento de 222% reflecte uma aposta crescente das autoridades em medidas alternativas à prisão para monitorizar agressores. O fenómeno surge num contexto em que a violência doméstica continua a ser uma preocupação central do sistema judicial português.
•Cerca de 9% dos reclusos nas prisões portuguesas em 2025 encontravam-se detidos por crimes relacionados com violência doméstica, segundo o Ministério da Justiça. Este dado evidencia o peso significativo deste tipo de criminalidade no sistema prisional nacional.
•O recurso à vigilância electrónica através de pulseiras tem crescido como alternativa ou complemento à reclusão nos casos de violência doméstica. Este mecanismo permite monitorizar os agressores e reforçar a protecção das vítimas.
•O crescimento de 222% em dez anos indica uma mudança relevante nas políticas de justiça aplicadas a este tipo de crime em Portugal. A tendência sugere uma aposta progressiva em soluções de controlo à distância para garantir a segurança das vítimas.
Resumo gerado automaticamente por inteligência artificial e pode conter imprecisões. Consulte sempre o artigo original para informação completa e verificada. Saiba mais na nossa política editorial.