Mais de metade dos peixes migradores de água doce estão ameaçados em Portugal

Resumo por IA
Portugal enfrenta uma crise silenciosa nos seus rios, com mais de metade das espécies de peixes migradores de água doce em risco de extinção. A situação foi destacada no âmbito das celebrações do Dia Mundial da Migração dos Peixes, realizadas em Alcanena. O GEOTA, Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente, apela a medidas urgentes para inverter este cenário preocupante.
•O GEOTA defende a remoção de barreiras fluviais consideradas obsoletas, que impedem a livre circulação dos peixes nos rios portugueses. Esta medida é vista como essencial para restaurar os corredores ecológicos necessários à sobrevivência destas espécies.
•A organização ambiental exige também uma reavaliação criteriosa dos projetos de novas barragens, alertando para o impacto devastador que estas infraestruturas podem ter nos ecossistemas fluviais. A construção de novas estruturas deve ponderar os custos ambientais de forma rigorosa.
•O Dia Mundial da Migração dos Peixes serve de mote para sensibilizar a sociedade e os decisores políticos para a urgência de proteger a biodiversidade aquática. A preservação destas espécies é fundamental para o equilíbrio ecológico dos rios e da biodiversidade nacional.
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