Investigadores pedem estratégias “mais eficazes” para identificar agressores sexuais

Resumo por IA
Investigadores portugueses alertam para as limitações das ferramentas atualmente utilizadas na investigação de crimes sexuais. As técnicas existentes nem sempre permitem identificar os autores dos crimes, especialmente quando a quantidade de ADN disponível é reduzida. Laura Cainé, professora da Universidade do Porto e diretora da Delegação Centro do Instituto Nacional de Medicina Legal, defende a adoção de métodos mais eficazes.
•O uso de marcadores genéticos do cromossoma Y surge como uma solução promissora para identificar agressores sexuais. Esta abordagem permite detetar ADN masculino mesmo em vestígios biológicos de natureza complexa.
•As ferramentas forenses convencionais revelam-se insuficientes em situações onde as amostras recolhidas são escassas ou de difícil análise. Tal limitação compromete a eficácia das investigações e pode deixar crimes sem resolução.
•A comunidade científica portuguesa posiciona-se na vanguarda da investigação forense ao propor estratégias inovadoras nesta área. O trabalho desenvolvido visa melhorar a capacidade de resposta do sistema judicial face a crimes de natureza sexual.
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