Uma língua sem política

Resumo por IA
O artigo de opinião de Miguel Copetto aborda a necessidade de uma política linguística activa para a língua portuguesa. O autor defende que o português não se pode afirmar por si só, sem uma estratégia deliberada e consistente. A ausência de prioridade política coloca a língua perante riscos concretos de perda de relevância global.
•O português não cresce por inércia nem por herança histórica, exigindo uma acção política consciente e estruturada para se projectar no mundo.
•Sem execução e prioridade governativa, a língua portuguesa enfrenta um risco real de diminuição da sua influência e presença internacional.
•O artigo serve como alerta para decisores políticos, sublinhando que a valorização de uma língua depende de escolhas activas e não de pressupostos culturais.
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