Voltar às notícias
Cultura

Uma língua sem política

Público19 de maio de 2026 Ver notícia original

Resumo por IA

O artigo de opinião de Miguel Copetto aborda a necessidade de uma política linguística activa para a língua portuguesa. O autor defende que o português não se pode afirmar por si só, sem uma estratégia deliberada e consistente. A ausência de prioridade política coloca a língua perante riscos concretos de perda de relevância global.

O português não cresce por inércia nem por herança histórica, exigindo uma acção política consciente e estruturada para se projectar no mundo.

Sem execução e prioridade governativa, a língua portuguesa enfrenta um risco real de diminuição da sua influência e presença internacional.

O artigo serve como alerta para decisores políticos, sublinhando que a valorização de uma língua depende de escolhas activas e não de pressupostos culturais.

Resumo gerado automaticamente por inteligência artificial e pode conter imprecisões. Consulte sempre o artigo original para informação completa e verificada. Saiba mais na nossa política editorial.