Mais de 1,6 milhões de utentes sem médico de família

Resumo por IA
O Governo português reviu em baixa as metas para a atribuição de médicos de família a utentes sem este serviço de saúde primária. Atualmente, mais de 1,6 milhões de portugueses encontram-se sem médico de família atribuído, uma situação que representa um desafio estrutural para o Serviço Nacional de Saúde. A revisão dos objetivos levanta preocupações quanto à capacidade do Estado em garantir cuidados de saúde primários a toda a população.
•O Governo abandonou a meta inicial que previa atribuir médico de família a 360 mil utentes até ao final de 2025. Esta revisão representa um recuo significativo face aos compromissos anteriormente assumidos.
•A nova meta, agora estendida até 2029, prevê apenas a atribuição de médico de família a mais 60 mil pessoas. Este número fica muito aquém do inicialmente prometido, evidenciando as dificuldades do sistema de saúde.
•Mais de 1,6 milhões de utentes continuam sem acesso a médico de família em Portugal, uma realidade que afeta diretamente a qualidade dos cuidados de saúde primários. A situação poderá agravar-se caso não sejam tomadas medidas estruturais adicionais.
Resumo gerado automaticamente por inteligência artificial e pode conter imprecisões. Consulte sempre o artigo original para informação completa e verificada. Saiba mais na nossa política editorial.