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Economia

Cerca de 3.000 pessoas sem indemnizações após fecho da Mozal

Observador19 de maio de 2026 Ver notícia original

Resumo por IA

A Mozal, uma das maiores fundições de alumínio em África, encerrou as suas atividades a 15 de março, deixando milhares de trabalhadores sem os devidos ressarcimentos. A unidade industrial, localizada nos arredores de Maputo, empregava mais de 1.000 trabalhadores diretos e cerca de 4.000 indiretos. Esta situação afeta gravemente cerca de 3.000 pessoas que aguardam indemnizações após o encerramento abrupto da fábrica.

A Mozal era considerada uma das maiores fundições do continente africano, tendo um papel económico de enorme relevância para Moçambique e para a região de Maputo em particular.

O encerramento deixou milhares de famílias em situação de grande vulnerabilidade, uma vez que muitos trabalhadores dependiam exclusivamente desta empresa para o seu sustento.

As indemnizações devidas aos trabalhadores ainda não foram pagas, gerando uma crise social significativa e levantando questões sobre os direitos laborais no país.

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