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Economia

Cofundador da Glovo: "O nosso trabalho é adaptar-nos à regulação e fazer com que as coisas funcionem”

Expresso18 de maio de 2026 Ver notícia original

Resumo por IA

A Glovo, plataforma de entregas com presença em vários países, tem enfrentado pressão regulatória crescente para integrar os seus estafetas como trabalhadores formais. Sacha Michaud, cofundador da empresa, abordou o tema em entrevista ao Expresso, minimizando o impacto financeiro das mudanças impostas pelas autoridades. O empresário defende que a empresa está preparada para se adaptar às exigências legais sem comprometer o modelo de negócio.

A Glovo foi obrigada em diversos países a contratar formalmente os seus estafetas, abandonando o modelo de trabalhadores independentes. Esta pressão regulatória representa uma mudança estrutural significativa para as plataformas de entregas a nível global.

Sacha Michaud desvaloriza o impacto nas contas da empresa, afirmando que a adaptação à regulação faz parte do trabalho da Glovo. O cofundador sublinha que o objetivo é garantir que as operações continuem a funcionar de forma eficiente.

Segundo o empresário, os estafetas valorizam sobretudo a flexibilidade e o acesso a bons rendimentos no seu trabalho. A Glovo posiciona-se assim como uma plataforma que procura equilibrar as exigências legais com as preferências dos seus trabalhadores.

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