"Falta-nos uma voz para levar o nosso azeite mais longe"

Resumo por IA
Manuel Norte Santo, presidente do Centro de Estudos do Azeite do Alentejo, alerta para a necessidade de maior união no setor olivícola português. O responsável defende que a falta de uma voz coletiva impede a criação de uma marca forte capaz de projetar o azeite nacional no mercado internacional. Apesar dos desafios, considera que o preço praticado atualmente é justo e reflete o valor do produto.
•O setor do azeite português carece de uma estratégia conjunta e de maior coesão entre os seus agentes. Sem essa união, torna-se difícil competir de forma eficaz nos mercados externos.
•A criação de uma marca forte e reconhecível é apontada como uma prioridade para valorizar o azeite alentejano além-fronteiras. Esta identidade coletiva poderia impulsionar as exportações e aumentar o reconhecimento internacional do produto.
•O presidente do Centro de Estudos do Azeite do Alentejo considera que o preço atual do azeite é adequado e justo. A valorização do produto passa, no entanto, por uma comunicação mais eficaz e por uma presença mais consistente nos mercados estrangeiros.
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