Hantavírus: canadiano infectado voou com tripulação portuguesa, mas DGS nega risco acrescido

Resumo por IA
Um cidadão canadiano infetado por hantavírus foi repatriado da ilha de Tenerife, em Espanha, para o seu país de origem a 10 de maio. Durante o voo, o doente partilhou a aeronave com uma tripulação composta por 12 elementos de nacionalidade portuguesa. A Direção-Geral da Saúde (DGS) foi contactada sobre o incidente, tendo emitido uma posição oficial relativamente ao risco de contágio.
•O hantavírus é uma doença viral transmitida sobretudo pelo contacto com roedores infetados ou com as suas excreções, não sendo considerada de transmissão fácil entre humanos. A sua presença num voo comercial levantou preocupações naturais entre os profissionais de aviação envolvidos.
•A DGS veio a público desvalorizar o risco acrescido para a tripulação portuguesa que viajou na mesma aeronave que o cidadão canadiano infetado. As autoridades de saúde consideraram que as condições do voo não constituíam um cenário de exposição significativa ao vírus.
•O caso gerou atenção mediática em Portugal devido ao envolvimento direto de trabalhadores portugueses do setor da aviação. A situação sublinha a importância dos protocolos de saúde pública em contextos de transporte internacional de doentes.
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