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Política

"A AD é um ativo sem preço": Nuno Melo defende aliança com PSD, mas quer marcar diferença na revisão constitucional

Expresso17 de maio de 2026 Ver notícia original

Resumo por IA

No encerramento do 32º Congresso do CDS, Nuno Melo reafirmou o compromisso com a Aliança Democrática, mas deixou claro que o partido não se dissolverá no PSD. O presidente do CDS e ministro da Defesa defendeu a manutenção de uma identidade própria dentro da coligação, marcando também distância em relação ao Chega e à Iniciativa Liberal.

Nuno Melo recusou a diluição do CDS no PSD, afirmando que a AD é um ativo sem preço para a direita portuguesa. A preservação da identidade do partido foi apresentada como uma condição inegociável para a continuidade da aliança.

O líder do CDS anunciou três prioridades programáticas: a revisão constitucional, o apoio às famílias e a reforma da Segurança Social. Estas linhas de acção foram apresentadas como a marca distintiva do CDS dentro do governo.

Foram ainda demarcadas diferenças claras face ao Chega e à Iniciativa Liberal, posicionando o CDS num espaço político próprio. Esta estratégia visa consolidar o eleitorado de centro-direita de valores cristãos e sociais.

Resumo gerado automaticamente por inteligência artificial e pode conter imprecisões. Consulte sempre o artigo original para informação completa e verificada. Saiba mais na nossa política editorial.