Melo considera "disparate" proposta do Chega para descer idade da reforma

Resumo por IA
Nuno Melo, presidente do CDS-PP, criticou duramente a proposta apresentada pelo partido Chega que defende a descida da idade da reforma em Portugal. O dirigente centrista considerou a medida um 'disparate', argumentando que o país não tem condições financeiras nem demográficas para suportar tal alteração. A posição surge num contexto de debate alargado sobre a sustentabilidade do sistema público de pensões em Portugal.
•Nuno Melo defendeu que Portugal necessita de mais trabalhadores ativos para garantir o financiamento sustentável do sistema de pensões. A lógica assenta no equilíbrio entre contribuintes e beneficiários da Segurança Social.
•O presidente do CDS-PP sublinhou que as pensões precisam de ser financiadas durante cada vez mais anos, dado o aumento da esperança média de vida. Reduzir a idade da reforma agravaria significativamente a pressão sobre os cofres públicos.
•A proposta do Chega foi assim rejeitada pela liderança centrista como inviável e irresponsável do ponto de vista económico. O CDS-PP posiciona-se contra medidas que, na sua visão, comprometam a sustentabilidade futura do sistema previdencial português.
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