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Sociedade

Universidade do Porto condenada por assédio moral mantém professores en funções

Expresso15 de maio de 2026 Ver notícia original

Resumo por IA

A Universidade do Porto foi condenada judicialmente por assédio moral após o Tribunal Administrativo do Porto dar como provado um clima de perseguição sistemática contra uma docente da Faculdade de Medicina. O caso decorreu durante sete anos, sem que a Reitoria tivesse aberto qualquer processo disciplinar contra os responsáveis. A instituição mantém recurso judicial, perpetuando a permanência dos professores visados nas suas funções.

O Tribunal Administrativo do Porto reconheceu oficialmente a existência de assédio moral prolongado na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. A perseguição sistemática contra a docente estendeu-se por um período de sete anos.

A Reitoria da Universidade do Porto nunca instaurou processos disciplinares relativos ao caso, apesar das evidências apresentadas. Esta inação institucional permitiu que os professores envolvidos continuassem em funções.

A Universidade do Porto mantém recurso judicial da decisão do tribunal, contestando a condenação por assédio moral. Esta posição levanta questões sobre a proteção efetiva dos trabalhadores no ensino superior público.

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