Universidade do Porto condenada por assédio moral mantém professores en funções

Resumo por IA
A Universidade do Porto foi condenada judicialmente por assédio moral após o Tribunal Administrativo do Porto dar como provado um clima de perseguição sistemática contra uma docente da Faculdade de Medicina. O caso decorreu durante sete anos, sem que a Reitoria tivesse aberto qualquer processo disciplinar contra os responsáveis. A instituição mantém recurso judicial, perpetuando a permanência dos professores visados nas suas funções.
•O Tribunal Administrativo do Porto reconheceu oficialmente a existência de assédio moral prolongado na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. A perseguição sistemática contra a docente estendeu-se por um período de sete anos.
•A Reitoria da Universidade do Porto nunca instaurou processos disciplinares relativos ao caso, apesar das evidências apresentadas. Esta inação institucional permitiu que os professores envolvidos continuassem em funções.
•A Universidade do Porto mantém recurso judicial da decisão do tribunal, contestando a condenação por assédio moral. Esta posição levanta questões sobre a proteção efetiva dos trabalhadores no ensino superior público.
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