”Não concordamos com o imposto": Iberdrola rejeita pagamento do IMI das barragens do Tâmega e admite ir para tribunal

Resumo por IA
A Iberdrola, empresa espanhola de energia, manifestou a sua discordância relativamente à obrigação de pagamento do IMI pelas três barragens construídas no rio Tâmega, em Portugal. David Rivera Pantoja, diretor-geral da empresa em Portugal, afirmou que esta exigência fiscal surgiu de forma inesperada para a organização. A empresa equaciona agora recorrer aos tribunais para contestar este imposto.
•A Iberdrola alega que no contrato de concessão assinado não havia qualquer indicação ou menção à existência deste imposto. A empresa considera que foi surpreendida por esta obrigação fiscal, que não estava prevista no acordo estabelecido.
•O diretor-geral da Iberdrola em Portugal declarou expressamente que a empresa não concorda com o pagamento do IMI pelas barragens do Tâmega. Esta posição firme reflete a intenção da empresa de não aceitar passivamente esta tributação.
•A empresa espanhola admite avançar para tribunal para contestar legalmente a cobrança deste imposto. Esta via judicial surge como resposta à discordância com as autoridades fiscais portuguesas sobre a aplicação do IMI às infraestruturas hidroelétricas.
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