Voltar às notícias
Sociedade

Partilhar a licença parental: queremos mesmo ou só dizemos que queremos?

Expresso14 de maio de 2026 Ver notícia original

Resumo por IA

Em 2025, o número de pais portugueses a optar pela licença parental partilhada registou uma diminuição, contrariando as expectativas criadas pelos incentivos financeiros disponíveis. Este cenário levanta questões pertinentes sobre a real adesão da sociedade portuguesa à partilha das responsabilidades parentais. A situação justifica uma reflexão aprofundada sobre os valores, hábitos e barreiras culturais que ainda condicionam as escolhas das famílias.

Apesar dos incentivos financeiros criados para estimular a partilha da licença parental, os dados de 2025 mostram que o número de pais a aderir a esta modalidade está a diminuir. Este facto sugere que os apoios monetários, por si só, não são suficientes para alterar comportamentos enraizados.

A questão central que se coloca é se a sociedade portuguesa defende verdadeiramente a igualdade parental ou se essa defesa existe apenas no discurso. A discrepância entre o que se diz valorizar e o que se pratica no quotidiano é um sinal preocupante para a igualdade de género.

Esta tendência exige uma análise mais ampla que considere fatores culturais, profissionais e sociais que influenciam a decisão dos pais. Políticas públicas mais abrangentes e uma mudança de mentalidade poderão ser necessárias para inverter este cenário.

Resumo gerado automaticamente por inteligência artificial e pode conter imprecisões. Consulte sempre o artigo original para informação completa e verificada. Saiba mais na nossa política editorial.